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FORDISMO

O que é  Fordismo é um sistema de produção, criado pelo empresário norte-americano Henry Ford, cuja principal característica é a fabricação em massa. Henry Ford criou este sistema em 1914 para sua indústria de automóveis, projetando um sistema baseado numa linha de montagem. Objetivo do sistema O objetivo principal deste sistema era reduzir ao máximo os custos de produção e assim baratear o produto, podendo vender para o maior número possível de consumidores. Desta forma, dentro deste sistema de produção, uma esteira rolante conduzia a produto, no caso da Ford os automóveis, e cada funcionário executava uma pequena etapa. Logo, os funcionários não precisavam sair do seu local de trabalho, resultando numa maior velocidade de produção. Também não era necessária utilização de mão-de-obra muito capacitada, pois cada trabalhador executava apenas uma pequena tarefa dentro de sua etapa de produção. O fordismo foi o sistema de produção que mais se desenvolveu no século XX, sendo resp...

Taylorismo

Taylorismo   é uma concepção de produção, baseada em um método científico de organização do  trabalho , desenvolvida pelo engenheiro americano Frederick W. Taylor (1856-1915). Em 1911, Taylor publicou “Os princípios da administração”, obra na qual expôs seu método. A partir dessa concepção, o Taylorismo, o trabalho industrial foi fragmentado, pois cada  trabalhador  passou a exercer uma atividade específica no sistema industrial. A organização foi hierarquizada e sistematizada, e o tempo de produção passou a ser cronometrado. Algumas caracteristicas do Taylorismo: - Racionalização da produção. -  Economia  de mão-de-obra. - Aumento da produtividade no trabalho. - Corte de “gestos desnecessários de energia” e de “comportamentos supérfluos” por parte do trabalhador. - Acabar com qualquer desperdício de tempo. Desde então, e cada vez mais, tempo é uma mercadoria, e o trabalhador, que ” vende ” sua mão-de-obra, portanto, seu tempo, tem a incumbência de...

CARACTERISTICAS: "FORDISMO", "TAYLORISMO" E "TOYOTISMO"

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1. (Uel) Em relação à Segunda Revolução Industrial (a partir de 1860) pode-se afirmar que a forma de produção em série (fordismo e taylorismo) propiciou a) o surgimento de grandes indústrias e a geração de grandes concentrações econômicas que culminaram nos "holdings", trustes e cartéis. b) a mecanização do setor metalúrgico, impulsionando a produção automotiva e a modernização e expansão dos transportes. c) o desaparecimento dos pequenos proprietários rurais e a integração do trabalho do campo ao sistema capitalista desenvolvido. d) a implantação definitiva das relações capitalistas ao desviar a acumulação de capitais da atividade comercial para o setor de produção. e) o aparecimento de associações de operários em organizações trabalhistas com o fim de promover a destruição das máquinas. 2. (UFU) A divisão do trabalho e a mecanização complementam-se e reforçam-se mutuamente. (...) somente com a introdução da maquinaria, com seu ritmo constante, é possív...

SINAL DE VIDA - Fernando Henrique Cardoso

Tenho dito e escrito que o Brasil construiu o arcabouço da democracia, mas falta dar-lhe conteúdo. A arquitetura é vistosa: independência entre os poderes, eleições regulares, alternância no poder, liberdade de imprensa e assim por diante. Falta, entretanto, o essencial: a alma democrática. A pedra fundamental da cultura democrática, que é a crença e a efetividade de todos sermos iguais perante a lei, ainda está por se completar. Falta-nos o sentimento igualitário que dá fundamento moral à democracia. Esta não transforma de imediato os mais pobres em menos pobres. Mas deve assegurar a todos oportunidades básicas (educação, saúde, emprego) para que possam se beneficiar de melhores condições de vida. Nada de novo sob o sol, mas convém reafirmar. Dizendo de outra maneira, há um déficit de cidadania entre nós. Nem as pessoas exigem seus direitos e cumprem suas obrigações, nem as instituições têm força para transformar em ato o que é princípio abstrato. Ainda recentemente um ex-presiden...

BORIS FAUSTO - BRASIL COLÔNIA

http://www.youtube.com/watch?v=KMvjqKgPHa4

MANUFATURA

A indústria moderna surgiu com a Revolução Industrial, que se iniciou na segunda metade do século XVIII, estendendo-se pelo século XIX. Entre o artesanato e a indústria moderna existiu um estágio intermediário: a manufatura, que predominou na Europa nos séculos XVI, XVII e XVIII.   A manufatura caracteriza-se pelo uso de máquinas simples (teares manuais, por exemplo) e pela divisão social do trabalho: cada trabalhador ou grupo de trabalhadores fica responsável por uma tarefa. É o conjunto de tarefas de todos os trabalhadores ou grupos que permite obter o produto final. Apesar disso, ainda é a habilidade das pessoas que comanda o processo de trabalho, e não as máquinas. Geografia Crítica / O espaço social e o espaço brasileiro / editora ática http://www.urbanocultural.com.br/geografia/geografia-humana/330-a-manufatura.html

Trabalho e Alienação

Alienação é a palavra chave quando vamos refletir sobre o trabalho hoje. Grosso modo, alienar é transferir para outro. Mas primeiro vamos refletir sobre trabalho. Trabalho hoje para nós é sinônimo de emprego. Trabalho = executar um conjunto de atividades pré-determinadas, durante um horário pré-determinado, em troca de uma recompensa pré-determinada. Mas trabalho é muito mais que isso. Trabalho é o emprego do engenho humano para transformar a natureza, transformar as coisas brutas em coisas úteis, com o objetivo de prover as condições materiais de nossa existência. Até o advento do modelo capitalista de produção, uma das características do trabalho era que a pessoa que fazia, o artesão, era o dono da matéria prima, dos instrumentos de trabalho, do local de trabalho (a oficina ou o atelier). A pessoa que fazia dominava todo o processo e era ela que determinava como fazer. Ao final do processo, o produtor tinha a posse do produto produzido, que poderia ser vendido ou não. Isso quer ...